PRODUTOR OLEGARIENSE NO PROGRAMA “TÔ INDO”

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A produção da Globo (TV integração) veio até Presidente Olegário fazer entrevista comigo. Pra quem não viu na TV Globo no dia 16 de Novembro de 2019, agora você pode assistir e compartilhar com seus amigos e familiares.

A transcrição da história do Lobisomem de Prata dos Netos, que passou no programa “Tô Indo” da Globo, foi feita por meu amigo, Mateus Silva, Historiador de Presidente Olegário/MG.

Reportagem:

No dia 30 de outubro de 2019, o programa “Tó Indo” da Rede Globo, esteve em Presidente Olegário para tratarem dos CONTOS E CAUSOS DE PRATA DOS NETOS e sobre o filme “O LOBISOMEM DE PRATA DOS NETOS”, produzido pela VIVA FILMES (André Mendonça).

CENAS DE GRAVAÇÕES DO FILME

O sertanejo Mário, da dupla Marco e Mário, assume a apresentação do “Tô Indo”, antes comandado por Marcelo Honorato. O programa vai ao ar todos os sábados às 14h na telinha da TV Integração.

Mário é conhecido no meio musical e por quatro meses, durante o período de licença maternidade de Cecília Ribeiro, apresentou o programa “Carona”.A equipe do programa foi até a localidade de Prata dos Netos, onde ouviram alguns casos e falaram com a senhora Lazara, para conhecerem o caso do lobisomem.

As gravações aconteceram na parte da manhã e contaram com o cantor e apresentador Mário (da dupla sertaneja Marco e Mário).

O filme produzido pela VIVA FILMES é uma narrativa local de Presidente Olegário, o conto faz questão de preservar o vocabulários dos moradores locais, passando um ar de autenticidade e, ao mesmo tempo, de “causo” matuto, dos habitantes mais velhos da região, como pode ser visto na sinopse abaixo:

“Nos tempos em que Presidente Olegário ainda se chamava Santa Rita e era apenas um pequeno distrito de Patos de Minas, uma história tomou conta de uma localidade chamada Prata dos Netos. A história era sobre uma criatura que atacava os pequenos animais (cães, gatos, leitões) e que, supostamente, era um lobisomem. A história narrada pelo sr. Ilídio, discorre sobre como os moradores locais tentaram solucionar esse problema ao, hipoteticamente, identificarem o lobisomem, que era um morador das redondezas conhecido como “Mané Bunitu”.Ela também aponta a forma como a esposa (não nomeada) de “Mané Bunitu” após a suspeita dos vizinhos, confirmou a identidade do lobisomem e resolveu, de uma vez por todas, esse problema, quebrando o encanto da maldição do lobisomem”.

O conto é uma narrativa local de Presidente Olegário e faz questão de preservar o vocabulários dos moradores locais, passando um ar de autenticidade e, ao mesmo tempo, de “causo” matuto, dos habitantes mais velhos da região.”

GALERIA DE FOTOS:

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